Mário Marques

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Zoom in

A música de Daniel Schnyder paraSaxofone, Quarteto de cordas & Percussão 

Mário Marques – Saxofones 

Evandra Gonçalves – Violino

José Paulo Jesus - Violino


Luís Norberto Silva - Violeta


Filipe Quaresma - Violoncelo 

Jean-Francois Lezé- Percussões   

 

 

Zoom Im 

  • I.        At the masters party
  • II.     Twigligth Zone
  • III.  Harlequin
  • IV.    The island
  • V.       Chorus ·       
  • Mr. M ·       
  • Yellow  beach birds ·       
  • No tuba today ·       
  • Cairo ·       
  • Wedding Song ·       
  • No smoking

 

Mário Dinis Marques Nasceu em 1972 na cidade de Alcobaça.Em 2002 concluiu a licenciatura  em saxofone na Escola Superior de Música de Lisboa.Integra regularmente como músico solista a Orquestra Calouste Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra do Algarve. A solo tocou com Orquestra das Beiras; Banda Sinfónica da P.S.P.; Orquestra Portuguesa da Juventude e Sinfonieta de Lisboa. Colaborou com vários programas de Televisão e Teatro Musical e gravou com diversos grupos portugueses como “The Gift”; ” Silence4”;  ”Bernardo Sassetti”;” Xutos&Pontapés”. Lecciona Saxofone e música de Câmara no Campus Universitário do Instituto Piaget em Almada, bem como na Academia de Música de Alcobaça.Colabora frequentemente com a Big Band do Hot Club de Portugal. Tem ainda como seus projectos pessoais os grupos Estardalhaço Brass Band, The Postcard Brass Band e o Quarteto de Saxofones Saxofínia, onde para alem de músico, trabalha actualmente na produção e edição discos.Compôs música para o filme “Daqui p´ra Alegria” de Jeane Waltz .Foi director musical do projecto “Hibrid Jazz Machine” encomenda exclusiva do festival de Jazz de Valado de Frades.É também produtor musical de albums como “European Tuba Trio”, “Concertos Para Bebes” “2Bas and friends”,” The Postcard Brass Band”, “Saxofínia plays Gershwin Live at Alcobaça” entre outros.É artista residente do Cine-teatro de Alcobaça no corrente ano de 2008 onde para alem de outros estreou o projecto “Zoom In – A música de Daniel Schnyder”. 

 

Evandra de Brito Gonçalves nasceu em Viana do Castelo, em 1979.
Em 1993, com 14 anos, foi admitida na Escola Superior  de Música do Porto, onde terminou o Bacharelato com 20 valores  . Posteriormente,  como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Ministério  da Cultura, ingressou na Northwestern University (EUA),  onde estudou com Gerardo Ribeiro, obtendo o Mestrado em 1999 e o Certificate  in Violin Performance em 2000. Durante este período de três  anos, foi também assistente do professor Gerardo Ribeiro nesta  mesma universidade. Já em 2001, concluiu o Advanced Sudies Degree  na University of Southern California, como aluna de Robert Lipsett.
Participou em estágios da Orquestra de Jovens da União  Europeia, de 1993 a 1997, onde teve oportunidade de trabalhar com personalidades  do panorama musical como L. Slatkin, M. Rostropovich, Sir Colin Davis,  V. Ashkenazy, Martha Argerich, Emanuel Ax, Bernard Haitink, C. Maria Giulini,  entre outros.
Foi premiada em vários concursos, entre os quais:
Segundo e primeiro  prémios no Concurso Juventude Musical Portuguesa  (1990 e 1992, respectivamente); terceiro prémio no Concurso Helena  Sá e Costa (1995); primeiro prémio – nível superior – no  Prémio Silva Pereira (1997); Prémio Northwestern Concerto Competition (1998); Prémio Northwestern Camber Music Competition  (2000) e USC Concerto Competition (2001).
Evandra foi solista com a Orquestra Sinfonieta, Orquestra Clássica do Porto, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmonia  das Beiras, Orquestra Nacional do Porto e NU Symphonie Orchestra.
É membro-fundador da Camerata Senza Misura e do TriArt.
Apresenta-se frequentemente em duo com a pianista  Ana Queirós.
É, actualmente, membro do naipe de primeiros violinos da Orquestra  Nacional do Porto e lecciona no Conservatório de Música do Porto e na Escola Profissonal de Música de Viana do Castelo.
       

Luís Norberto Silva iniciou os seus estudos musicais na Academia de Música de Espinho.
Depois de completar os seus estudos secundários de violino na Escola Profissional de Música de Espinho decide dedicar-se à viola d’arco passando a estudar com o professor Ryzard Wozcicki, com quem concluiu em 1996 o Bacharelato, e em 2000 a Licenciatura em Instrumento na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Porto.
. Participou em diversos estágios de orquestras de jovens nacionais e internacionais com actividades em Portugal, Alemanha, Escócia, França, Holanda e Suíça.
Em 1994 foi-lhe atribuído o Primeiro Prémio na VIII Edição do Concurso Prémio Jovens Músicos da RDP na modalidade de Viola-d’arco.
Apresentou-se a solo com a Orquestra de Câmara Musicaré, Orquestra da Escola Profissional de Música de Espinho, Orquestra Clássica da Madeira, European Medical Studants Orchestra e Orquestra Sinfónica Portuguesa. Como solista realizou várias gravações ao vivo para a RDP-Antena 2.
É violetista da Orquestra Nacional do Porto desde Setembro de 2000 e mantém uma intensa actividade em formações de musica de câmara, nomeadamente no Quarteto Camões e Camerata senza Misura, da qual é membro fundador.
Tendo estado ligado a outras escolas, de momento lecciona viola d’arco no Conservatório de Música da Maia na Escola de Musica de Perosinho e no Conservatório de Musica do Porto.
 

Filipe Quaresma nasceu em 1980 na cidade da Covilhã. Iniciou os seus estudos musicais em violoncelo aos 12 anos com o Prof. Rogério Peixinho na EPABI. Frequentou Master classes com: Eliaz Arizcuren, Márcio Carneiro, Robert Cohen, Anssi Karttunnen, Colin Carr, Jian Wang e Zara Nelsova. Entre 1998 e 2003 estuda com David Strange e Mats Lidstrom na Royal Academy of Music. Integrou a Orquestra de Jovens da União Europeia. Foi premiado em Vários concursos: 1996, 1º prémio no concurso Jovens Músicos da RDP (solistas nível médio), 2001, 2º prémio (solistas nível superior), 1997, 1º prémio no concurso internacional Júlio Cardona (classe B). Em Londres obteve: Norah Mary Turner Trust Award, Sir Arthur Bliss Prize, Foundation Award, S&M Eyres Scholarship, Guilhermina Suggia Scholarship e bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Como solista tocou com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra da semana internacional de música do Luxemburgo, Remix Orquestra e Orquestra Barroca da Casa da Música. Em Setembro de 2002 foi convidado para tocar no Open Day House do Wigmore Hall em Londres. Tem sido músico convidado no Remix – Ensemble e Remix – Orquestra. Tocou com a London Sinfonietta, Tokyo ensemble, Orquestra da Cidade de Granada e Orquestra Sinfónica de Londres. Em 2003 esteve à experiência com a Orquestra Sinfónica da BBC. Colabora assiduamente com “O Barroco do Chiado” e “Divino Sospiro”. È violoncelista da Camerata Senza Misura e do Darcos Ensemble.Em Fevereiro de 2008 tocará a solo com Orquestra Barroca da Casa da Música sob a direcção de Harry Christophers no festival Guilhermina Suggia na Casa da Música.

Jean-François Lézé Nasceu em 1971 em França.Terminou os seus estudos no Conservatório Nacional Superior de Música de Lyon nas classes de percussão e piano de François Dupin da Orquestra de Paris, Georges Van Gught das “ Percussions de Strasbourg “ e Roger Muraro.Tocou regularmente nas Orquestras Nacional e da Ópera de Lyon, na Orquestra Filarmónica de Montpellier, tendo feito parte do Ensemble de Percussões do C.N.S.M. de Lyon, dos solistas de Moscovo e de “ Ensemble Zellig “ tendo também gravado diversos discos com estas formações.Foi Chefe de Naipe da Orquestra Metropolitana de Lisboa e professor da Academia Nacional Superior de Orquestra. Actualmente é Chefe de Naipe da Orquestra Nacional do Porto. Tem sido convidado como solista para interpretar o “Concerto pour percussion et Orchestre“ de Jolivet, o “Concerto para Marimba solo e Orquestra de Cordas“ de N. Rosauro, a “Suite em quatro andamentos“ para Marimba, vibrafone, piano e Orquestra” de Bernardo Sassetti, e estreiou o “Ricercare“ de Filipe Pires para Marimba e Orquestra Sinfonica. . Colaborou em projectos de música de câmara com artistas como Artur Pizarro, Katia e Mariel Labeque, Natalia Gutman, Bernardo Sassetti, Mario Laginha e agrupamentos como “Les Percussions Claviers de Lyon“, “Les Percussions de Strasbourg“. Como compositor recebe várias encomendas: “Nove miniaturas Açoreanas“ para Marimba e Piano - Festival Musicatlântico dos Açores, ”Mirages contraires“ para Tuba solo do Encontro international de Tuba de Budapest,  “Fragment 5“ para sexteto de percussão do grupo Drumming, “Tango e Passo doble“, e “Canções lunares“ para Trompa, Tuba e Piano do “Encontro Internacional de Trompa de Valencia“. Tem os seus trabalhos editados em França pela Edition François Dhalmann, na Suíça pelas editions BIM e em Portugal na AVA musical editions.Actualmente é professor de Projectos Colectivos e Improvisação da Escola de Música Profíssional de Viana do Castelo .   

 

 

Sobre Daniel Schnyder 

Daniel nasceu em Zurique, na Suíça e vive actualmente em nova York. A suas obras orquestrais foram gravados e executados um pouco por todo o mundo. Entre os seus créditos como compositor estão as suas encomendas de orquestras como: Orquestra de Câmara de Nova York; Orquestra do Orfeu de Viena; Orquestra da Rádio de Berlim; Orquestra Sinfónica da Suécia;Chicago sinfonieta; Viena Art Orquestra; Orquestra de Zurique; Ópera de Berna; Orquestra de Hanôver; Orquestra Sinfónica da Alemanha entre muitas outras.

   

“A Permeabilidade das fronteiras de separação entre estilos musicais diferentes, não implica que muitos compositores sejam capazes de gerar valores sustentáveis em diferentes campos musicais. Felizmente Daniel Schnyder é um dos poucos que tem essa exclusiva capacidade. A sua linguagem musical tem um carácter único, que lhe permite navegar nos campos da música clássica bem como no jazz ou ainda na tradição musical de diferentes etnias.

Esta é sem duvida uma contribuição única para a identidade de uma músicaque se quer universalmente compreendida  no tempo e  no espaço”. Attila Márton, www.bmc.hu  “Mr. Schnyder's works exploited the players' excellence.”Anne Midgette, New York Times, January 26, 2002 “... Daniel Schnyder is the instant hit of the Barossa Music Festival ... he is winning people over with his jazz-influenced compositions for string quartet and saxophone ...”Tim Lloyd, "The Australian", October 3, 1994  “I highly recommend this rare mix of high art and high spirits.”

Cadence, USA, December 1993

  

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